09/08
Publicado por: admin - 11:21

A Internet Carioca… Ah sim, a boa e velha internet carioca. Velha? Quem disse isso? Engana-se quem acha que a internet no Rio de Janeiro morreu ou foi pelos ares com a explosão da velha e gorda bolha de 2000. A Internet carioca é experiente e está mais viva do que nunca. Hoje deixou de ser uma criança e se comporta como uma mulher madura, cheia de experiências e que sabe direitinho onde quer chegar.
Lá pelo final dos anos 90, a internet viveu um momento de euforia geral. Era o auge das empresas conhecidas como pontocom. Aí veio a bolha e tudo foi deletado, e sem direito a ctrl+z. Os bons e sólidos projetos sobreviveram e atualmente geram excelentes lucros e ótimos negócios, como mostram os números e a utilização de consultas por sistemas de busca e o comércio eletrônico. O mercado está mais aquecido do que nunca! Ficou claro que a internet não é moda ou aventura, mas uma forma eficiente de chegar ao seu consumidor, de interagir, de compartilhar.
Entrei no mercado digital em 1995 e conto nos dedos os profissionais que sobreviveram à “bolha assassina”. Pergunto então, onde foram parar as estrelas da internet carioca? Onde foram parar aquelas pessoas com ideias maravilhosas? Temos um mercado cheio de novos nomes, jovens talentos, adolescentes que nasceram à sombra de um sucesso efêmero, fantástico e milionário, mas que hoje crescem num ambiente anônimo e sem espaço. Alguns não sabem ao certo como vieram parar no mundo on-line ou até mesmo não sabem que função exercem de fato.
Esse novo mercado precisa mostrar a cara, as pessoas precisam estar mais integradas umas com as outras e também às novas tecnologias. Precisam, acima de tudo, saber que papel exercem no cenário carioca. Pense nisso. Cresça, compartilhe e por favor, apareça! ;o)

Gustavo Pereira
ABRADi-RJ | Vice-presidente de Relacionamento - gustavo.pereira@abradirj.com.br
Gerente da Filial Rio da Dinamize - gustavo.pereira@dinamize.com

Sobre o autor :
Gustavo Pereira, conhecido como GP, é professor da Pós-Graduação de Marketing Digital do Instituto Infnet e acumula uma enorme bagagem prática. Desde 1997, trabalhou em alguns dos sites pioneiros do Brasil, como O Elefante, O Carteiro, Via Global e Central de Desejos. GP é consultor em Gestão de Processos para Negócios Digitais e desenvolve projetos de Planejamento para Marketing Interativo. Atualmente é o Gerente da Filial Rio da Dinamize, empresa especializada em softwares de comunicação, como E-mail marketing e Chat online.

28/07
Publicado por: admin - 14:42

Poucas e preciosas dicas para chegar a bons resultados.

É muito importante considerar as análises como ferramentas de negócio, para que sejam úteis. Sendo assim, os projetos de métricas envolvem aspectos muito mais abrangentes do que apenas configurações e funcionalidades.

Segue abaixo um resumo de boas práticas que consideramos importantes para aproveitar o potencial de retorno dos canais digitais, com base na análise de métricas:

- Alinhe os objetivos de negócio da empresa com os interesses de seus usuários e retrate suas metas na configuração dos relatórios e na análise das informações;

- Dê ênfase às atividades alinhadas aos objetivos de negócio e forneça incentivos para melhorar constantemente os resultados;

- Seu negócio deve estar apto a identificar e agir rapidamente sobre as oportunidades. Se você não consegue agir assim, aprenda como;

- Considere a realização de melhorias nos canais digitais, com base na análise. Mesmo sem ter completa certeza do que mais impacta nos números, realize suposições e faça pequenas mudanças, uma de cada vez. A cada melhoria, volte a medir os impactos gerados;

- Construa uma boa solução a curto prazo, ao invés de uma excelente solução a longo prazo;

- Na implantação da solução a curto prazo, não esqueça da visão de longo prazo (12 a 18 meses), para direcionar o projeto e evitar trabalho adicional;

- Crie e documente processos e padrões que possam ser replicados e comparados a cada nova avaliação.

Daniella Morier e Marcos Giuntini
Avantare

Sobre o autor :
Daniella Morier é Sócia-diretora da Avantare, empresa de consultoria especializada em marketing digital. Mais de 13 anos de experiência em mídia interativa, MBA em Gestão de Negócios e MBA em Marketing pelo IBMEC e pós-graduação em gestão de projetos de software pela PUC. Especialista em análise de retorno de projetos interativos. Planejou e administrou projetos de e-business em grandes empresas, tais como: ANBID, Americanas Taií, Bradesco Seguros, Brasilveículos, Casa & Vídeo, CNI, Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Eletrobrás, Embratel, Fundação Roberto Marinho, GlaxoSmithKline (GSK), Icatu Hartford, iGfinance, Instituto Ronald McDonald, Petrobras, Prudential, Silimed, Sony-BMG, Tim, TV Globo, White Martins, entre outros.

26/07
Publicado por: admin - 10:52

A comunicação vive um momento muito peculiar. Antes, a mídia tradicional possibilitava uma continuidade em seu processo natural de evolução. Os fins eram sempre os mesmos, o mesmo receptor e o mesmo emissor em cena, o controle da informação 100% sob as mãos das empresas. A internet, como novo tipo de mídia, estabeleceu um processo de ruptura com este antigo modelo.

No centro desta mudança radical está o profissional de comunicação corporativa que, herdando muitas vezes os resquícios da comunicação tradicional, encara um verdadeiro tornado quando assume o desafio de responder por tudo o que uma empresa consegue ecoar nos ambientes de comunicação, inclusive o digital. Não são poucos os que fracassam na tentativa de estabelecer uma estratégia de conteúdo eficaz.

Vivenciando este embate diário e colhendo experiências em meu dia-a-dia, retive 7 conceitos que me ajudam a equilibrar o “peso” da estratégia corporativa à prática de uma comunicação de resultados no meio digital. Gostaria de compartilhar com todos vocês :

1. Conheça a fundo as rupturas da comunicação
Entender o processo de ruptura que vivemos, quais as mudanças que estamos passíveis é o ponto essencial para se desenvolver uma comunicação de resultados. É muito mais do que migrar da máquina de escrever para o computador.

2. Não somos mais gerentes de conteúdo
Se antes a preocupação das empresas estava centrada na criação e gestão do conteúdo, hoje todas precisam gerenciar também as pessoas que produzem este conteúdo. A responsabilidade do profissional de comunicação deve ser estimular a produção deste material por parte do consumidor, a credibilidade de sua informação depende 100% disto. Lembre-se, é impossível, hoje, controlarmos a informação; ela está nas mãos de quem os CEOs nunca imaginaram antes que poderiam estar.

3. O comunicador deve resgatar o diálogo
Apesar de habitarmos em um planeta a cada dia mais conectado, vivemos em uma terra que pouco se comunica. Estimular também a interação entre os colaboradores é parte essencial de seu projeto.

4. Você é a mudança
Do que adianta incentivar o modelo digital, a inserção em mídias sociais, por exemplo, e não fazer parte disto? O profissional de comunicação precisa, sobretudo, ser um prático nesta inovação, precisa provar esta mudança antes de qualquer outra pessoa.

5. Incentive a criação de projetos pilotos
O “novo” é, sempre, motivo de preocupação para o modelo capitalista atual. Ideias ganham força quando fazem pessoas se engajar de maneira natural e viram cases de sucesso antes mesmo de serem aprovadas oficialmente. Estimule as pessoas a participarem de suas ideias, a contribuírem e serem com você, parte importante do projeto. Lembra de cases de uso antecipado de produtos e beta testes de softwares on-line?

6. Redes de colaboradores valem mais do que seu texto
A principal qualidade do novo comunicador é saber criar uma rede de colaboração capaz de fomentar um material interessante a tal ponto de ser veiculado externamente.

7. Tenha consciência do seu real papel
Muito se discute sobre o efeito negativo na comunicação da inserção da sociedade como atuante neste processo informativo. O fato de a internet “fazer nascer”, em cada um, o DNA de um jornalista, é, para muitos, um ponto negativo: a banalização da profissão do comunicador. Na verdade, aí está a evolução dessa cadeira profissional. O comunicador precisa ter a consciência de que sua função evoluiu de um simples e repetitivo trabalhador braçal, para um importante administrador de redes de comunicação. Dar relevância a essas redes de massa é o novo desafio.

Espero que tenham gostado, até a próxima!

Vinicius Madureira
Coordenador Geral – Unideia

Sobre o autor :
Vinicius Madureira é publicitário e exímio entusiasta das mídias digitais. Iniciou sua jornada em 2001 atendendo a Criação de marcas de renome nacional. É colunista do portal Imasters e palestrante em temas que cercam inovações e tendências do mundo “on line”. Atualmente é o coordenador geral da Unideia, agência focada em soluções de comunicação digital e líder de projetos para clientes como Record Entretenimento e Sociedade Pestalozzi de São Paulo.

21/07
Publicado por: admin - 15:57

O retorno do investimento em projetos interativos.

No caso de portais corporativos, existe uma grande variedade de valores intangíveis que podem ser até mais críticos do que o retorno medido em reais. Afinal, nem sempre é possível mensurar os benefícios gerados pela melhoria na gestão do conhecimento e o aumento de produtividade decorrente de ter as informações necessárias na hora certa.

O portal corporativo é a base centralizada para serviços, informações e comunicação. Como no caso de um shopping center, as lojas são beneficiadas pelo fluxo de pessoas que vão a um único local para fazer as suas compras. Em uma intranet, os funcionários sabem onde encontrar o que precisam e ganham agilidade ao terem um lugar central. É mais fácil medir o resultado individual de cada loja, mas o que seria dela se não fosse o ambiente?

Uma pesquisa feita pela Prescient nos Estados Unidos demonstrou que os gerentes gastam em média mais de duas horas por dia procurando informações e 57% dos participantes disseram que ter que recorrer a muitas fontes para compilar informações é um aspecto difícil para gerenciar informações.

Mais de 50% das informações que os gerentes obtém não têm valor para eles, 42% usaram uma informação errada pelo menos uma vez por semana e 53% disseram que menos da metade das informações recebidas são aproveitáveis. Os portais corporativos têm um papel fundamental na otimização do tempo e na eficiência dos colaboradores.

A realidade de cada empresa pode direcionar para benefícios muito diversos. De qualquer maneira, seguem abaixo alguns exemplos de retornos obtidos através de portais corporativos:

Custos físicos
São os mais fáceis de serem medidos, porque refletem a redução de custos de bens tangíveis, como por exemplo a diminuição de impressões ou a redução de circulação de materiais, taxa de envio etc. Para calcular, é necessário verificar quanto era gasto com a comunicação anterior, por exemplo.

Produtividade
Pode haver ganho de produtividade devido a processos automatizados e agilidade no encontro de informações. É mais difícil de medir, mas pode ser verificado ao mensurar quanto tempo se levava antes e qual é ganho com o novo processo. Por exemplo, um formulário que demorava X dias ao passar por várias áreas passou a levar menos tempo. Qual é o valor para a empresa?

Comunicação
A intranet pode promover maior integração entre pessoas e departamentos e redução das barreiras geográficas ao possibilitar a formação de grupos interdisciplinares. Pode promover redução de custos de viagem ou de telefonia se tiver recursos de colaboração.

Competitividade
A empresa ganha ao melhorar o acesso sobre informações e dados competitivos. É importante compartilhar objetivos, incentivar a inovação e permitir um fluxo livre de ideias. Pode ser medido através da participação das pessoas no fomento à identificação e exploração de oportunidades de negócios.

Time to market
O portal pode gerar agilidade em responder ao mercado e acelerar o desenvolvimento serviços e produtos.

Redução ou eliminação de erros em processos
A empresa pode acabar com os problemas gerados por processos manuais. Ganha também mais controle do seu estágio, além de informações gerenciais.

Serviço ao cliente interno
Pode ser medido através da redução da quantidade de funcionários para atendimento, melhora da disponibilidade de informações de referência e suporte e otimização dos fluxos de resposta a clientes e funcionários.

Recursos humanos
A área de recursos humanos pode se beneficiar através do aumento das taxas de retenção de funcionários, ampliação da satisfação dos colaboradores, redução da perda de conhecimento e redução de custos de treinamentos, no caso de ações de e-learning.

Infraestrutura
Redução de custos de operação por haver compartilhamento da infraestrutura. Em relação aos sistemas tradicionais, tem mais facilidade de uso, sem necessidade de treinamentos.

Daniella Morier
Sócia-diretora – Avantare

Sobre o autor:
Daniella Morier é Sócia-diretora da Avantare, empresa de consultoria especializada em marketing digital. Mais de 13 anos de experiência em mídia interativa, MBA em Gestão de Negócios e MBA em Marketing pelo IBMEC e pós-graduação em gestão de projetos de software pela PUC. Especialista em análise de retorno de projetos interativos. Planejou e administrou projetos de e-business em grandes empresas, tais como: ANBID, Americanas Taií, Bradesco Seguros, Brasilveículos, Casa & Vídeo, CNI, Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Eletrobrás, Embratel, Fundação Roberto Marinho, GlaxoSmithKline (GSK), Icatu Hartford, iGfinance, Instituto Ronald McDonald, Petrobras, Prudential, Silimed, Sony-BMG, Tim, TV Globo, White Martins, entre outros.

19/07
Publicado por: admin - 12:01

1. Introdução
Este artigo enumera questões organizacionais que podem se configurar como causas raiz para a falta de priorização da usabilidade no desenvolvimento de sistemas corporativos. A partir da experiência dos autores no mercado de tecnologia da informação, foram levantados pontos na relação cliente-fornecedor que formularam tais questões.

Antes do início do desenvolvimento de um produto, é de suma importância garantir um contexto organizacional que seja consciente da importância do design centrado no usuário. Espera-se que esse artigo possa elucidar questões que venham a ser empecilhos nesse sentido.

2. Problema
A falta de usabilidade é um problema bem conhecido para as pessoas que precisam lidar com sistemas corporativos no seu dia-a-dia. De fato, de acordo com uma pesquisa recente da Global Graphics, empresa desenvolvedora de software para gestão de documentos, 77% dos entrevistados estimaram perda de até uma hora de trabalho por semana devido a softwares corporativos difíceis de serem utilizados.

Fonte recorrente de estatísticas quanto ao sucesso de projetos de desenvolvimento de software, o Chaos Report - publicado pelo Standish Group (2009) - atesta que a taxa de sucesso em projetos de tecnologia da informação não ultrapassa os 50%. Esta pesquisa, realizada em empresas americanas e canadenses, foi replicada para o mercado brasileiro em 2006 pela Archibald & Prado, alcançando a taxa de sucesso de 53%, taxa de sucesso ainda baixa frente aos grandes investimentos feitos nessas ferramentas.

De acordo com a mesma pesquisa, o principal motivo para o expressivo número de insucessos seria a constante mudança de escopo dos projetos. A quantidade de alterações é compreensível, visto que muitas vezes os desenvolvedores de softwares corporativos não têm nenhum contato com os usuários finais do produto ao longo do projeto. Desta forma a construção da ferramenta é feita a partir dos requerimentos coletados exclusivamente pelos consultores de negócio. Nesta transferência, importantes informações podem ser perdidas, acarretando nas mudanças de escopo citadas.

Enquanto a maneira de remediar essa situação é relativamente clara - maior participação do usuário no desenvolvimento desses softwares - fica a dúvida: por que esta participação já não é um prérequisito do projeto?

3. Hipótese
Os autores levantam a hipótese de que, por mais que as avaliações do produto a partir das heurísticas de usabilidade sejam de extrema importância, as causas raiz da dificuldade de utilização dos sistemas corporativos podem estar em questões organizacionais nas empresas envolvidas no projeto de desenvolvimento.

4. Métodos e técnicas
O método utilizado na elaboração deste artigo foi de revisão bibliográfica não exaustiva sobre o tema, com análise de publicações de autores renomados nesta área.

Complementando o embasamento teórico, fez-se uso da experiência dos autores deste documento enquanto profissionais do mercado brasileiro de desenvolvimento de software, obtendo-se assim um caráter prático às idéias defendidas.

5. Resultados
Como resultado da metodologia utilizada para a análise do problema, foram coletadas importantes questões organizacionais que defendem a hipótese levantada :

- Cultura organizacional dominante da empresa que desenvolve o sistema não é consciente da importância da usabilidade.

- Como resposta à competitividade do mercado, fornecedores de TI tendem a priorizar velocidade de lançamento, em detrimento da qualidade de um produto.

- Colaboradores envolvidos na construção de um sistema podem atribuir ao usuário a responsabilidade dos erros de utilização.

- Ao depender da tecnologia do fornecedor, o cliente pode ter seu poder de negociação reduzido.

- A usabilidade muitas vezes não é considerada um fator decisivo no processo de compra.

- Os prejuízos por dificuldades de uso de um produto, geralmente, não são contabilizados no custo de sua aquisição.

Os autores acreditam que reconhecer um ou mais destes fatores, pode ser um passo importante para melhoria do processo de desenvolvimento de sistemas em uma organização.

O artigo proposto detalhará cada um desses pontos, de forma que o documento possa servir como referência para fornecedores e clientes de softwares.

Leonardo Mendes Belmonte - leonardo@thera.com.br
Lívia Mansur Belmonte - liviamansur@gmail.com
Luiz Feliphe F. Lavor - feliphelavor@poli.ufrj.br
Thera Solutions

Sobre os autores:
Leonardo Belmonte : Mestre em Informática, PUC-Rio.
Lívia Mansur : Pós-Graduada em Ergodesign, PUC-Rio.
Luiz Feliphe : Engenheiro de Produção, UFRJ.

16/07
Publicado por: admin - 18:17

O encontro aconteceu nesta quinta-feira, 15/07/2010, no auditório da Riosoft e reuniu empresas associadas à ABRADi-RJ (Associação Brasileira das Agências Digitais - RJ) e empresas do Altex (Associação das Empresas de Alta Tecnologia).

Alberto Blois, um dos fundadores do Altex, iniciou o encontro falando sobre os objetivos do Altex – grupo de empresas do SEPRORJ que tem como finalidade a geração de negócios, a promoção das empresas, o incremento dos relacionamentos de forma a desenvolver e fortalecer o Setor de Tecnologia.

Sergio Carvalho, Presidente da ABRADi-RJ, falou sobre a Associação e a oportunidade do encontro.

Apresentaram-se as seguintes empresas da ABRADi-RJ :

Sergio Carvalho apresentou a Sirius – Empresa que atua desde 1994 no Planejamento, Desenvolvimento e Gestão Estratégica de Soluções digitais para algumas das maiores e mais importantes empresas do mercado corporativo e instituições públicas do Brasil.

Roberto Brício apresentou a Diz’ain – Agência de mídia digital fundada em 1996, especializada no desenvolvimento de soluções com foco em resultados mensuráveis. Tem como objetivo oferecer soluções interativas de ponta que se adéquem ao perfil e objetivos estratégicos da empresa.

Marcelo Velloso apresentou a Oslo Digital – Agência de comunicação digital especializada em planejamento de comunicação e marketing online. Atua desde o pré–planejamento de campanhas de comunicação e relacionamento na Internet até a análise posterior das ações.

Marcos Carvalho apresentou a AM4 – Criada em 1999, a AM4 tem se tornado referência em sua área de atuação, com destacados projetos em Soluções para Assessorias de Imprensa, Ferramentas interativas para Relações Públicas, E–commerce, Análises e Pesquisas, Search Engine Marketing, Estratégias E–marketing, entre outros.

Gustavo Pereira apresentou a Dinamize – Empresa de tecnologia em marketing com dez anos no mercado, desenvolveu e administra o Easy Mailing, sistema de envio e gerenciamento de e-mail marketing e o Easy Chat, plataforma de chat online.

Apresentaram-se as seguintes empresas da Altex :

Cláudio Seixas apresentou a WebSoftware – Empresa desenvolvedora de sistemas inovadores baseados na plataforma Web. Uma das principais características dos aplicativos desenvolvidos pela WebSoftware é que funcionam a partir de qualquer navegador (browser) e podem ser acessados via Internet independentemente do local ou horário.

Ivan Amaral apresentou a INOV9 – Empresa que apresenta soluções a seus clientes, visando o sucesso da expansão e sustentabilidade do negócio. Dentre elas Planejamento Estratégico Empresarial; Mapeamento de Processos; Implantação de Service Desk; Administração Segura de Servidores e Segurança da Informação.

Alexander de Carvalho apresentou a ADC – Criada em 1998, é uma empresa moderna e dinâmica, especializada na comercialização de produtos e serviços no setor da Tecnologia da Informação, tendo como base a qualidade dos serviços, custos viáveis e foco permanente na excelência do atendimento. Dentre os serviços prestados estão Infraestrutura, locação de equipamentos, Service Desk e Servidores.

Davi dos Santos apresentou a Modulus Informática – Fundada em 1992, a Modulus Informática iniciou suas atividades como representante oficial no Brasil para recuperação de equipamentos e peças em laboratório, procedimentos de testes para uso no campo e no laboratório e estudos para soluções de problemas de hardware (ECO). Em 2007 criamos a Modulus Segurança, empresa especializada em segurança de sistemas. Assessoria e implementações de ambientes, tais como: Politicas de segurança; Analise e reporte de incidentes; Gerenciamento de risco; Treinamento.

Bruno Salgado apresentou a Clavis – Empresa especializada em soluções e treinamentos de segurança da informação. Oferece ao mercado soluções na área de implementação segura de serviços de redes de computadores, administração de servidores, análise de risco e vulnerabilidades, entre outros.

Pedro Bittencourt apresentou a Tuiuiú – Agência de comunicação que atua desde a produção de um site até uma campanha e sua estratégia de marketing. Seus serviços incluem: internet, comunicação, design, arte, fotografia e jornalismo.

Sylvestre Mergulhão apresentou a Helabs – Fundada com objetivo de preencher um gap existente no mercado de desenvolvimento de software. Atuam no desenvolvimento de software. Desenvolvemos aplicativos web, fornecemos treinamento e mentoring nas seguintes áreas: Ruby on Rails; Java e eXtreme Programming.

Após as apresentações, houve o coquetel onde os participantes fizeram networking para possíveis parcerias.

Monique Simões
ABRADi-RJ | Assessora de Comunicação

14/07
Publicado por: admin - 11:47

Pequenos empresários interativos precisam buscar o diferencial
neste mercado cada dia mais competitivo. A receita pode ser simples.

A “indústria” da internet é, em geral, caracterizada pela competição acirrada envolvendo a troca de serviços que, em muitos casos, soam no mínimo estranhos aos ouvidos da maioria das pessoas. Hoje para os profissionais da área, é corriqueiro lidar com termos complexos ao vender mão de obra para o pequeno e médio empresário que, como resposta, sente uma grande insegurança ao tentar contratar agências que representem suas marcas na web. A comunicação com este tipo de cliente se torna cada vez mais difícil e a prática do marketing parece não vir se adaptando às mudanças que estão acontecendo no mercado atual.

A (CIM) Comunicação Integrada de Marketing é o processo de desenvolvimento e implementação de várias formas de comunicação com clientes existentes e potenciais, com o objetivo de influenciar diretamente o comportamento do público alvo. É utilizar ferramentas como a propaganda, marketing direto e marketing digital de maneira integrada a fim de consolidar uma imagem no mercado, se diferenciando da concorrência. Em poucas palavras, é transmitir a mesma mensagem para o público.

O termo foi abordado por James R. Ogden em seu livro “Comunicação Integrada de Marketing”. Para ele, o marketing é componente essencial para o planejamento estratégico de uma empresa. Todas as vertentes de comunicação e marketing somam seus esforços para promover a unidade das mensagens da organização e garantir a eficácia do processo de comunicação frente ao público.

A implementação de um plano de CIM não é complicada, muito pelo contrário. Há alguns anos, ao coordenar a área de criação de uma agência interativa, participei deste mesmo processo, que pode parecer um pouco traumático em sua fase inicial, mas leva o oxigênio necessário para o pequeno empresário expandir sua atuação sem entraves. Podemos delimitar a CIM nas seguintes etapas:

Estratégia: Delinear claramente sua visão e missão para o mercado e focar uma estratégia em seu consumidor, analisando custos com um novo posicionamento. É importantíssimo direcionar todos os envolvidos neste item.

Táticas de CIM: Integrar todos os aspectos operacionais de sua comunicação. Publicidade, marketing direto, digital, promoção e demais ferramentas devem atuar em conjunto.

Plano de CIM: Apresentação de todas as ações envolvidas no plano de comunicação integradas ao marketing.

Avaliação e controle: Avaliação de estatísticas de participação no mercado e avaliação para as campanhas realizadas.

É um fato a importância da CIM, mas na prática vemos poucas agências trabalharem de forma inteligente seus conceitos. Na maioria das vezes existem adaptações técnicas e com pouca estratégia. Quando bem aplicado, este é um passo que faz com que a pequena agência tenha o controle total sobre a forma de exposição, um espelho que reflete a imagem da empresa. É sobretudo uma ótima pedida para quem desejar se remodelar para o mercado e mostrar mais eficácia na captação e fidelização de novos clientes, sem mistérios ou rodeios.

Vinicius Madureira
Coordenador Geral – Unideia

Sobre o autor:
Vinicius Madureira é publicitário e exímio entusiasta das mídias digitais. Iniciou sua jornada em 2001 atendendo a Criação de marcas de renome nacional. É colunista do portal Imasters e palestrante em temas que cercam inovações e tendências do mundo “on line”. Atualmente é o coordenador geral da Unideia, agência focada em soluções de comunicação digital e líder de projetos para clientes como Record Entretenimento e Sociedade Pestalozzi de São Paulo.

07/07
Publicado por: admin - 15:13

Desde pequenos vivenciamos situações diversas para aprender a lidar com o tempo. Se reparar bem, a falta de tempo nos persegue em 90% do nosso dia. Chegar na hora, marcar um compromisso e, principalmente entregar uma tarefa a tempo…  Ufa… É cada vez mais difícil. Eis que no final do século passado, com a chegada da internet, nossa percepção de tempo virou do avesso. Quando percebemos, nos vemos escravos da pressa, da impaciência e de um tempo que nunca é o bastante.

Hoje em dia, com a web, temos acesso a diversos serviços, conteúdos cada vez mais detalhados e a um volume de informações que chegam por todos os lados. Nós simplesmente aprendemos a consumir de forma instantânea e imediata. É fato, estamos desacostumados a esperar. “É o mundo na velocidade da internet”.

É dentro deste cenário que tentamos todos os dias construir o mercado da web brasileira. Vejo jovens na função de Atendimento em suas agências, se perguntando “Como atender aos prazos mínimos estipulados por nossos clientes? Como entregar um DHTML em menos de 4 horas? Porque o cliente acha que nunca entregamos as tarefas a tempo?”

Nossos clientes aprenderam junto com a internet uma forma de não perder mais tempo. Ajustaram suas vidas a curtos espaços de tempo, quase sempre sem nenhum planejamento.

Frente a este dilema, entendemos que a solução para o caos apresentado é fazer com que eles, nossos clientes, percebam o tempo certo para a realização de cada atividade. Ele precisa aprender com você,  agência responsável por sua comunicação e estratégias, como e quando requisitar e cobrar o que é necessário.

Sabemos que cada agência ou profissional autônomo têm características próprias ao criar, produzir e revisar suas tarefas, de forma que isso acaba representando a personalidade da agência. Mas como isso é relativo aos olhos de quem vê, faz-se necessário definir no papel, de comum acordo, agência e cliente, o tempo médio para a realização de cada tarefa. Eis que chega a hora de entrar em ação com o SLA.

O SLA - Service Level Agreement, ou seja, Acordo de Nível de Serviço nada mais é que um mecanismo criado para preservar a qualidade do seu serviço e desta forma seu cliente vai compreender melhor o tempo que sua corporação leva para produzir um full banner ou uma página em html, por exemplo. Neste acordo, você define o tempo médio ou próximo do real para realizar suas tarefas.

Entender estas métricas é um constante exercício que deve ser feito com todas as pessoas que fazem parte dos processos de sua empresa.

No meu caso, conversei com amigos, donos de outras agências e principalmente com as pessoas que trabalhavam comigo. Fui do Chefe de Produção até o Departamento de Tecnologia. Todos devem opinar! Faça este exercício e converse com sua equipe. Sem dúvida, vai perceber a quantidade de interpretações diferenciadas que seus funcionários têm em relação ao tempo que uma tarefa leva para ser realizada. Agora pense comigo, se mesmo sua equipe tem dificuldade em dimensionar o tempo do seu próprio trabalho, imagine o cliente!

Depois de vencida esta etapa, converse com seus clientes e estabeleça um canal aberto de comunicação, apresentando seu modelo de SLA de forma que ele também possa colaborar. Acredite, com as expectativas alinhadas tudo vai ficar mais no seu tempo.

Gustavo Pereira
ABRADi-RJ | Vice-presidente de Relacionamento - gustavo.pereira@abradirj.com.br
Gerente da Filial Rio da Dinamize - gustavo.pereira@dinamize.com

Sobre o autor:
Gustavo Pereira, conhecido como GP, é professor da Pós-Graduação de Marketing Digital do Instituto Infnet e acumula uma enorme bagagem prática. Desde 1997, trabalhou em alguns dos sites pioneiros do Brasil, como O Elefante, O Carteiro, Via Global e Central de Desejos. GP é consultor em Gestão de Processos para Negócios Digitais e desenvolve projetos de Planejamento para Marketing Interativo. Atualmente é o Gerente da Filial Rio da Dinamize, empresa especializada em softwares de comunicação, como E-mail marketing e Chat online.

27/03
Publicado por: admin - 17:31

Na terça-feira próxima, a iniciativa de entidades regionais de Agências digitais se fortalece e expande seus horizontes com o lançamento da ABRADi nacional. Agora a capilaridade das regionais ganha uma importante representatividade nacional para discutir com outras entidades e o poder público, questões que podem determinar o futuro do mercado digital no Brasil.

16/03
Publicado por: admin - 20:30

Desde as primeiras conversas sobre a criação de uma Associação voltada para as agências digitais tínhamos claro que ela deveria ser singularmente plural. O mercado digital tem uma natureza tão dinãmica e transdisciplinar que seria difícil estabelecer fronteiras e levantar muros. Na verdade, aprendemos a conviver em um mundo onde novas atividades e profissões são criadas cotidianamente assim como novas oportunidades de negócios, e mesmo novos modelos de negócios. Neste mundo, antigas e novas competências se somam para desenhar soluções digitais encantadores, interativas, efetivas e supreendentes através de tecnologias maduras e outras que acabaram de ser propostas em estado de beta perpétuo. Portanto, a ABRADi-RJ nasce inevitavelmente plural e inclusiva e dá as boas-vindas as todas as empresas que pensam e produzem soluções digitais.

 

Fazemos um convite para que se juntem a nós para trabalharmos por um mercado cada vez mais justo e qualitativamente competitivo; com outras associações e poderes constituídos para propor uma regulamentação mais adequada e com empresas e instituições de ensino para compartihar conhecimento e discutir o presente e o futuro de um mundo cada vez mais digital.